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Doce negócio

20.05.2014 - Doce negócio
De: Nancy Campos
Publicado no website: Abilio Diniz (http://abiliodiniz.uol.com.br/empreendedorismo/doce-negocio.htm)

O amor pela gastronomia e oportunidades no mercado levaram estes empreendedores a investir num negócio delicioso: a produção de bolos. A receita de sucesso destes empresários inclui dedicação, visão e coragem. Confira suas histórias:
Casa de Bolos A oportunidade do negócio nasceu da necessidade. “Atravessávamos um período difícil, em que precisávamos encontrar uma alternativa de trabalho para o nosso irmão caçula e para a nossa mãe, Sônia, que sempre foi a boleira da família. Foi daí que surgiu a ideia de montarmos uma loja de bolos”, relata Luis Eduardo Ramos, 46 anos, diretor executivo da Casa de Bolos. Com a sua experiência profissional e de seus outros irmãos, eles decidiram construir um modelo de negócio viável economicamente e que, ao mesmo tempo, transformasse o bolo caseiro num “num veículo de resgate das coisas boas que fazíamos em família e que não fazemos mais”. Abriram a primeira loja em Ribeirão Preto (SP) em 2009. A expansão começou com os parentes mais próximos e, com o crescente interesse, resolveram franquear. Hoje, são 101 unidades e uma produção que chega a 20 mil bolos por dia. O objetivo é continuar crescendo, principalmente no Nordeste e no Sul.

Casa de Bolos é notícia na Folha da Região

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Tânia Cazerta e Maria da Piedade Cinti, de Araçatuba, que investiram no mercado de bolos, atendem os clientes Ana Rosa Venturelli e Jorge Salesse; segmento faz parte do chamado "comfort food", ramo da culinária baseado em ingredientes naturais que aguça lembranças afetivas.

Entrevista Casa de Bolos ao jornal A Cidade

18 de dezembro de 2013
Por Adriana Cardoso | Para o Valor, de São Paulo

A exemplo do que vem ocorrendo com o naked cake nas festas de casamento - aquele pão de ló com recheio que, no lugar de coberturas como o chantilly, leva frutas e açúcar de confeiteiro polvilhado -, o tradicional bolo da vovó está de volta às mesas brasileiras. Uma prova do sucesso é a proliferação de casas especializadas na iguaria nos últimos anos, tendo como carro-chefe receitas de família, como o bolo de fubá.

A Casa de Bolos nasceu há quatro anos, em Ribeirão Preto, no interior do Estado de São Paulo, inspirada na mesa farta do café da tarde da família. "Todos os dias, tínhamos o hábito de tomar o café da tarde juntos e sempre havia um bolo quentinho que minha mãe acabara de fazer", recorda Fabrício Marcos Ramos, sócio da empresa com mais outros três irmãos.

Os filhos - dois engenheiros (um deles, Fabrício), um administrador e um publicitário - começaram a desenhar um projeto de negócios para ajudar o irmão mais novo a se colocar no mercado de trabalho e manter a matriarca, Sônia, hoje com 67 anos de idade, em atividade. "Queríamos empreender algo bom para ela e, como minha mãe é do interior e sempre fez bolo para a família toda, chegamos a esse modelo", afirma Ramos

A primeira loja foi aberta em abril de 2009, com capital próprio estimado em R$ 80 mil. A princípio, a população não entendeu muito bem o conceito. "Não vendemos bolo fatiado nem servimos café. (O bolo) é vendido inteiro e para levar para a casa", reforça o empresário. Mas, alguns meses depois, o sucesso veio e muito gente começou a se interessar pela ideia. Foi neste momento que teve início um novo teste para o empreendimento: a franquia. "Primeiro, testamos a franquia na própria família. Só quando sentimos segurança e vimos que dava certo ampliamos para outras pessoas".

A Casa de Bolos vai encerrar este ano com 75 lojas, sendo nove próprias, espalhadas pelos Estados de São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul e também do Nordeste, com produção média diária de 12 mil bolos.

Outros 32 projetos de franquia estão em andamento para 2014, ano em que a empresa planeja esticar seus tentáculos até Minas Gerais e Rio de Janeiro. O investimento na franquia varia de R$ 90 mil a R$ 100 mil e o faturamento médio mensal pode chegar a R$ 80 mil. Atualmente, a rede toda fatura R$ 2,5 milhões.

Mas qual é a receita do sucesso? A resposta inclui um cardápio com 28 receitas, tendo o bolo de fubá como carro-chefe. Tudo fresco, quentinho e sem conservantes, a preços que variam de R$ 7 a R$ 22 (o bolo de Natal).

A Casa de Bolos em destaque na Veja

 

Resenha por Helena Galante e Sophia Braun

Depois de provar a irresistível receita de milho, ficará mais fácil acreditar que a minúscula loja de Pinheiros vende cerca de 10.000 bolos por mês. Se quiser levar outro sabor, fique com a opção mais fresquinha, da última fornada. Algumas sugestões são laranja e fubá com queijo. Cada unidade, de aproximadamente 1 quilo, custa impressionantes R$ 10,00. Um pouco mais caros, a cuca de goiabada (R$15,00) e o bolo de pudim (R$ 16,00) valem como uma sobremesa.

Preços checados em setembro/outubro de 2013.

Mais uma de nossas unidades, em breve em Gonzaga, Santos-SP

altO Gonzaga é um bairro nobre da cidade de Santos, outros diriam que é a alma da cidade. Tem como principal ponto de referencia a Praça da Independência, local onde ocorrem as manifestações, apresentações e comemorações. O bairro surgiu através de um ‘botequim’ do próprio Luiz Antônio de Gonzaga, personagem que marcou o nome do bairro, através do seu bar situado na avenida da praia, a mesma que se encontra o famoso Hotel Avenida Palace, com mais referencia, no mesmo ponto onde ficava o terminal dos bondes que vinham do centro de Santos. Cartão Postal de Santos, Gonzaga também é conhecido como local onde as pessoas buscam boa comida, cultura, entretenimento, moda, diversão, e uma paisagem que contagia quem passa pelo mais famoso calçadão da região santista.

Ipiranga também receberá uma unidade da Casa de Bolos

alt A história do Ipiranga, desde o início, está associada aos deslocamentos entre a capital estadual e o litoral paulista. Devido ao posicionamento geográfico, a região era passagem obrigatória daqueles que, vindo do núcleo central da cidade, se dirigiam aos caminhos que permitiriam cruzar a Serra do Mar em direção à Baixada Santista. Isso fez com que o bairro entrasse para a história do Brasil ao se tornar cenário do evento em que dom Pedro I, vindo de uma de suas andanças pela cidade de Santos, decidiu proclamar a independência do Brasil, em uma de suas paradas às margens do riacho do Ipiranga. O episódio ficou registrado no famoso quadro de Pedro Américo e na letra do Hino Nacional Brasileiro. Posteriormente, a inauguração da Estrada de Ferro Santos a Jundiaí, em 1867, permitiu que a região, até então um lugarejo nos arrabaldes da cidade de São Paulo, se integrasse definitivamente à malha da cidade.

A folclórica cidade de Botucatu contará com uma unidade da Casa de Bolos

alt A região de Botucatu é, por muitos, considerada mística dada a significativa quantidade de lendas que a envolvem. Além de rota de passagem para os Incas conhecido como Caminho do Peabiru, ali teria sido também lugar de rituais desses e outros povos. Existe um conjunto de elevações rochosas conhecida como Três Pedras, que vistas de longe parecem um gigante deitado. Diz-se que por ali eram os locais onde se realizavam os rituais. Hoje em dia, existem pessoas que vão para este local acampar em busca de retiro espiritual, apesar do grande número de cobras no local. Ainda dentro das lendas, cabe destacar o folclórico personagem do Saci. Este clássico do folclore brasileiro encontrou em Botucatu o seu lar. Imortalizado pelos moradores - que fazem questão de dizer aos visitantes que já viram um Saci, este personagem ganhou até mesmo uma Associação Nacional de Criadores de Saci, com sede no município, evidentemente com o intuito de divulgar o folclore. A partir daí, passou a ser também conhecida como a Capital Nacional do Saci.

A Casa de Bolos em destaque na revista O Melhor De São Paulo

Casa de Bolos em Cambuí

altA história do Cambuí começa junto com a própria história de Campinas. O lugar onde hoje se localiza a Praça 15 de Novembro (antigo Largo de Santa Cruz) foi um dos três descampados (ou campinhos, ou campinas) a partir dos quais o núcleo urbano de Campinas se formou, ainda no século XVIII. Um dos caminhos que ligavam dois desses campinhos (o do futuro Largo de Santa Cruz e o lugar onde, no futuro, seria construído o viaduto "Laurão") passava mais ou menos onde é a atual Rua Coronel Quirino. Ele era repleto dos arbustos denominados cambuís1 , o que se tornou uma referência para a população, que passou a chamar a região de "cambuizal".